Uma pergunta frequente que recebo de empreendedores é sobre o melhor momento para levantar capital para os seus negócios. No Brasil, em particular, onde o acesso a capital não é tão abundante como em mercados de tecnologia mais desenvolvidos, o planejamento é ainda mais importante e pode significar a sobrevivência do negócio.
O desafio dos fundadores é equilibrar a necessidade de recursos no curto prazo para acelerar (e em muitos casos viabilizar) o crescimento da operação, evitando uma venda significativa de participação na companhia, quando ela ainda não capturou todo o seu valor potencial. Há vários casos de empresas de sucesso em que o empreendedor acabou não colhendo os frutos dessa valorização devido à diluição muito grande da sua participação.
Do ponto de vista financeiro, o conselho mais comum é sempre o de postergar ao máximo a diluição da participação acionária para permitir que a empresa possa crescer e obter uma avaliação mais alta no futuro. Apesar de matematicamente correto, esse raciocínio não leva em consideração potenciais impactos positivos que um investimento possa trazer, tais como:
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Por último, é fundamental que os empreendedores tenham em mente que levantar dinheiro não é a métrica definitiva de sucesso. Empresas que captam volumes relevantes de capital no início de suas vidas nem sempre são as vencedoras. Como comentei, investidores ajudam a trazer credibilidade e capital, mas para as empresas de sucesso, a “validação” sempre vem dos clientes.