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Mapeamento feito em uma colaboração entre as empresas AEVO e Inventta, foi respondido por mais de 300 líderes. de corporações brasileiras de médio e grande portes.

Pesquisa

48% das empresas do Brasil se consideram inovadoras, mas poucas são reconhecidas pelo mercado

GazzConecta
21/11/2022 21:00
Há uma grande lacuna entre empresas que se consideram inovadoras e seu reconhecimento pelo mercado. É o que apontou o Mapa da Inovação Corporativa, realizado pela plataforma de Gestão da Inovação AEVO, e da consultoria em inovação Inventta.
Um dos principais dados apontados pela pesquisa é que 48% das empresas se consideram inovadoras, enquanto apenas 19% são reconhecidas como inovadoras pelo mercado.
O estudo contou com 309 respostas das lideranças de grandes e médias empresas do país, nos diversos setores da economia. As 69 questões do relatório abordaram desde a disseminação dos conceitos de inovação dentro das companhias, até a estrutura que possuem para impulsionar a inovação interna e externa.
“A essência de uma cultura organizacional voltada para inovação está em lidar com a incerteza e saber assumir riscos. É essencial apoiar e valorizar pessoas que assumem o risco bom, ou seja, aquele tomado de forma consciente em prol do aprendizado ou da geração de valor para a organização”, reconhece Bruno Moreira, CEO da Inventta. No Mapa, 76% das companhias afirmam assumir riscos em prol da inovação, ainda que em diferentes níveis de ousadia.
O levantamento analisou ainda como as empresas inovam. Apenas 10% adotam posturas proativas em relação às movimentações do mercado, o que mostra que a grande maioria não quer ser desbravadora da inovação. Já 33% delas inovam a partir de propostas vindas da liderança, enquanto apenas 8% inovam a partir de sugestões de toda a equipe.
Questionadas sobre os motivos de apostar em inovação, o mercado e as necessidades dos clientes foram apontadas como as motivações que ditam as inovações em 41% das empresas brasileiras, sendo que apenas 3% vêm da análise dos processos e problemas internos.
“É interessante explicar que o mercado e as necessidades dos clientes geram, em suma, inovações de sustentação (melhorias em produtos), enquanto as análises internas têm por prática gerar inovações de transformação (novos produtos ou soluções inovadoras)”, esclarece Bruno Moreira.

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