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As paranaenses Itaipu Binacional e Grupo Boticário estão na lista. Crédito: Rafa Kondlatsch/Itaipu Binacional.

Innovative Workplaces 2024

As 20 empresas mais inovadoras do Brasil segundo a MIT Technology Review

GazzConecta
12/07/2024 16:08
A MIT Technology Review Brasil, versão brasileira da Technology Review, plataforma de conteúdo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que possui maior publicação do segmento do mundo, divulgou a lista Innovative Workplaces 2024. O resultado da pesquisa apresenta as 20 empresas mais inovadoras do Brasil. Ao longo dos 125 anos de tradição e reputação na criação de relatórios, insights, análises e reviews, esta é a terceira edição da chancela entregue às empresas brasileiras.
“Temos como missão estimular o desenvolvimento da cultura de inovação do universo corporativo em nosso país. Com a iniciativa Innovative Workplaces, apresentamos caminhos que agilizam tais práticas em organizações de diferentes portes e segmentos”, explica, em nota, André Miceli, CEO da MIT Technology Review Brasil e coordenador da pesquisa.
As 20 companhias que receberam a chancela em 2024 foram: Alelo, Ambev, Boston Scientific, Bradesco Seguros S/A, Brasilprev, Generali, Gerdau, Grupo Boticário, iFood, Itaipu Binacional, Mobiup, NTT DATA, Oxygea Ventures, Petrobras, SAS, Brasil, Teleperformance CRM, TIM, Vibra Energia e VLI e Vivo. É importante destacar que os vencedores estão em ordem alfabética, pois não existe um ranking.
Dentre os selecionados, os setores que mais se destacaram foram o de tecnologia, com seis empresas; seguros, finanças e eletricidade tiveram duas empresas cada. As companhias Generali, iFood e Vibra receberam a chancela Innovative Workplaces Brasil pela terceira vez. Ambev, Boston Scientific, Bradesco Seguros, Brasilprev, Petrobras, SAS e Vivo a recebem pela segunda vez. Já Alelo, Grupo Boticário, Gerdau, Itaipu Binacional, Mobiup, NTT Data, Oxygea Ventures, Teleperformance, TIM e VLI receberam o prêmio pela primeira vez.
O Innovative Workplaces 2024 contou com mais de 2 mil empresas inscritas - o dobro do ano passado - de todos os tamanhos. De acordo com o coordenador da pesquisa, isso se deve ao desenvolvimento da inovação no cenário brasileiro. “As companhias entenderam que precisam dar importância aos próprios processos de inovação. À medida que elas reconhecem que inovar mantém a relevância em seus mercados, passam a olhar para a inovação de uma maneira mais estruturada”, explica.

Metodologia utilizada pela MIT Technology Review Brasil

Para chegar ao resultado, as empresas foram dividas por segmento de atuação e analisadas sob quatro perspectivas diferentes: gestão, marketing, processos e produtos. Também foram realizadas entrevistas com os executivos de cada uma durante o processo de seleção.
A avaliação das empresas é feita de maneira categorizada, ou seja, são realizadas análises considerando setor de atuação e tamanho. Com isso, as empresas são divididas em grupos de inovação e cada uma passa por uma apuração que teve como base suas faixas de faturamento - definidas de acordo com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). De acordo com Miceli, isso acontece para avaliar de maneira mais justa a todas.
A chancela Innovative Workplaces também gerou médias gerais de inovação das empresas que apareceram na lista, que vão de 1 a 5. Data Decisioning: 4,08 (+0,06 em relação a 2023); Diversidade: 4,3 (+0,07); Gestão e Cultura: 4,49 (+0,08); Marketing e Vendas: 4,26 (-0,01%); Open Innovation 4.18 (+0,03); Processos: 3,99 (+0,10%); Produtos e Serviços: 4,39 (+0,10).
“Apesar de vermos, constantemente, a lista ser atualizada, há uma estabilidade no avanço do processo de inovação, com os índices se mantendo praticamente estáveis. Isso demonstra que as empresas que têm o processo de inovação, de alguma maneira estabelecido, têm repetido práticas e isso tem gerado um contágio dessas ações”, explica o CEO da MIT Technology Review Brasil.
“Um ponto importante é o amadurecimento do modelo de inovação aberta no geral, seja por meio de consultorias que buscam startups que se conectam ao ecossistema da empresa ou de práticas de corporate venture capital. No que diz respeito à diversidade, as empresas entenderam o que de fato funciona nesse aspecto. As que tendem a ser mais eficientes nesse aspecto são as que têm colaboradores com backgrounds distintos, mas que compartilham valores e objetivos. Isso gera resultados completamente diferentes para essas organizações. Foi importante observar essa característica mais uma vez”, completa Miceli.

E vem aí o GazzSummit Agrotechs

O GazzSummit Agrotechs é uma iniciativa pioneira do GazzConecta para debater o cenário de inovação em um dos setores mais relevantes do país. O evento será realizado no dia 15 de agosto de 2024 com o propósito de conectar e promover conhecimento para geração de novos negócios, discussão de problemas e desafios, além de propor soluções para o setor.
O GazzSummit promove a disseminação de tecnologias e práticas de inovação que possam levar a cadeia produtiva ainda mais longe. Uma programação intensa de 12 horas de conteúdo, e mais de 25 palestrantes, espera os participantes que poderão interagir com players importantes do ecossistema como grandes empresas, cooperativas, produtores, entidades públicas, startups e inovadores. Garanta já a sua vaga.

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